domingo, 24 de março de 2013

PROPRIEDADES ESPECÍFICAS


Além das propriedades gerais que acabamos de estudar, a matéria apresenta outras propriedades, como cor, brilho e sabor. O sal, por exemplo, apresenta sabor, já a água destilada não. Portanto, as propriedades que são características de cada substância se denominam propriedades específicas da matéria.
São classificadas em: físicas, químicas e organolépticas.

PROPRIEDADES FÍSICAS
São propriedades que caracterizam fisicamente a matéria. As propriedades físicas importantes são: os pontos de fusão, solidificação, ebulição e liquefação da matéria; a condutividade; o magnetismo; a solubilidade; a dureza; a maleabilidade; a ductibilidade; a densidade; o calor específico.

PONTOS DE FUSÃO E SOLIDIFICAÇÃO
São as temperaturas nas quais a matéria passa da fase sólida para a fase líquida e da fase líquida para a fase sólida respectivamente, sempre em relação a uma determinada pressão atmosférica.
fusão: o ferro transformando-se em líquido

Solidificação: a água transformando-se em sólido

PONTOS DE EBULIÇÃO E CONDENSAÇÃO
São as temperaturas nas quais a matéria passa da fase líquida para a fase gasosa e da fase gasosa para a líquida respectivamente, sempre em relação a uma determinada pressão atmosférica.
ebulição: quando a água começa a ferver.
Condensação ou liquefação: as gotículas de água no vidro embaçado.

CONDUTIVIDADE
Certas matérias conduzem bem o calor e a eletricidade, como é o caso dos metais. O mesmo não acontece com outras substâncias, como o iodo, a água e o fósforo, que se apresentam resistentes na condução do calor e da eletricidade.
  
Usos do cobre: o cobre é um bom condutor de calor e eletricidade. Por isso, é utilizado para fazer utensílios de cozinha e para canos de água quente em residências e indústrias. Também serve para diferentes equipamentos elétricos, como fios condutores de eletricidade e bobinas de motores. O cobre não oxida facilmente por isso possui alta duração.


MAGNETISMO
Quando uma determinada matéria tem a propriedade de atrair o ferro, significa que ela apresenta propriedade magnética. Um exemplo de substância magnética natural é a magnetita (pedra imã natural), um minério de ferro.
Imã atraindo prego e limalha de ferro.

DUREZA
É a resistência que uma espécie de matéria apresenta ao ser riscada por outra.
Quanto maior a resistência ao risco, mais dura é a matéria.
Escala de dureza de Mohs
Friedrich Mohs, um mineralogista alemão, criou uma tabela de dez minerais, com dureza relativa. Quanto mais alto o número, mais duro o mineral. Os minerais de valores numéricos altos (6, 7, 8) riscam os de valores relativos mais baixos (1, 2, 3, 4)
DurezaMineralFórmula química
1Talco, (pode ser arranhado facilmente com a unha)Mg3Si4O10(OH)2
2Gipsita (ou Gesso), (pode ser arranhado com unha com um pouco mais de dificuldade)CaSO4·2H2O
3Calcita, (pode ser arranhado com uma moeda de cobre)CaCO3
4Fluorita, (pode ser arranhada com uma faca de cozinha)CaF2
5Apatita, (pode ser arranhada dificilmente com uma faca de cozinha)Ca5(PO4)3(OH-,Cl-,F-)
6Feldspato / Ortoclásio, (pode ser arranhado com uma liga de aço)KAlSi3O8
7Quartzo, (capaz de arranhar o vidro. Ex.: Ametista)SiO2
8Topázio, (Capaz de arranhar o quartzo)Al2SiO4(OH-,F-)2
9Corindon, (Capaz de arranhar o Topázio)Al2O3
10Diamante, (Mineral mais duro que existe, pode arranhar qualquer outro e é arranhado apenas por outro diamante )C


O diamante é a matéria mais dura que se conhece, é utilizado em brocas que cortam o mármore e em estiletes de cortar vidro.
Existem vários tipos de diamantes, uns mais valiosos que outros. Só os mais caros são empregados na fabricação de jóias. Depois de lapidado, o diamante recebe o nome de brilhante.
O maior diamante já encontrado no mundo foi o Cullinan, procedente da África do Sul. Sua massa era de 3106 quilates (cerca de 620 gramas). O maior diamante encontrado no Brasil foi de 726 quilates (aproximadamente 150 gramas). O peso de um diamante é expresso em quilates. Um quilate, que é dividido em 100 pontos, equivale a 200 mg.
Obs.: você não deve confundir dureza (resistência ao risco) com a tenacidade (resistência ao impacto). Por exemplo: se você der uma martelada sobre um diamante, ele se despedaçará. Mas, se a martelada for sobre um pedaço de ferro, o máximo que poderá acontecer é ficar a marca do martelo sobre o ferro. Agora, se você passar o diamante sobre uma chapa de ferro, ficará um risco.
Conclusão
O diamante é mais duro que o ferro.
O ferro é mais tenaz que o diamante.

MALEABILIDADE
A matéria que pode ser facilmente transformada em lâminas é considerada maleável. Exemplos: ferro, alumínio, prata, ouro e chumbo.
Artesanato em ferro e madeira

DUCTIBILIDADE
É a propriedade que permite a matéria ser transformada em fio. É o que acontece com os metais: os fios de cobre, por exemplo, são usados para conduzir a eletricidade que chega em nossa casa.
Por ser um bom condutor de eletricidade, o cobre é usado como fio que conecta os aparelhos as tomadas

BRILHO
Ver imagem em tamanho grandeÉ a capacidade que a matéria possui em refletir a luz que incide sobre ela. Quando a matéria não reflete a luz, ou reflete muito pouco, dizemos que ela não tem brilho. Uma matéria que não possui brilho, não é necessariamente opaca e vice-versa. Matéria opaca é aquela que não deixa atravessar a luz. Assim, uma barra de ouro é brilhante e opaca, pois reflete a luz sem se deixar atravessar por ela.

CALOR ESPECÍFICO
É a quantidade de calor necessária para aumentar em 1 grau Celsius (1oC) a temperatura de 1 grama de massa de qualquer matéria. Por exemplo, o que demoraria mais para ferver, 1 litro de água (que tem 1000 g de massa) ou 2 litros de água (que tem 2000 g de massa)? Logicamente, 1 litro de qualquer substância ferve antes que dois litros, pois seu volume é menor. Mas, em ambos os casos, o calor específico é o mesmo, ou seja, 1 cal/g 0C.
Veja alguns valores que indicam o calor específico medidos à 15oC:
Água: 1,000 cal/goC); álcool etílico: 0,540 cal/goC; alumínio: 0,215 cal/goC; ferro: 0,110 cal/goC; zinco: 0,093 cal/goC.

Construindo um calorímetro
Calorímetro
O calorímetro é um instrumento utilizado para medir a quantidade de calor, fazer análises das trocas de calor que acontecem entre dois corpos localizados em seu interior, e ainda determinar o calor específico de um determinado elemento, que pode ser, por exemplo, o cobre. Esse equipamento é muito utilizado nos laboratórios de ensino quando se deseja realizar as análises citadas anteriormente. Ele pode ser comprado, como também confeccionado. Com materiais simples e do cotidiano dos alunos o professor de física pode instruir os alunos na confecção desse instrumento, a fim de fazer análises das quantidades de calor trocadas neste sistema isolado termicamente, ou seja, livre de trocas de calor com o meio ambiente.
Para construir um calorímetro, proceda da seguinte forma: pegue um recipiente de isopor que possua tampa bem ajustada, ou seja, que não possua folgas entre a tampa e as paredes do recipiente. Dentro deste último coloque outro recipiente de metal e com um algodão preencha os espaços existentes entre os dois recipientes. Na tampa da embalagem de isopor faça dois pequenos furos, um para o termômetro e outro para o agitador (uma pequena haste metálica, por exemplo). Está pronto o calorímetro.
Para medir a quantidade de calor e descobrir o calor especifico de um determinado material como o ferro, por exemplo, coloque uma determinada massa de água a temperatura de 20 °C dentro do calorímetro. Feito isso, pegue um pequeno pedaço de ferro, meça sua massa e depois aqueça-o até que ele atinja uma temperatura de 60°C. Ainda quente coloque-o dentro do calorímetro contendo água, feche bem e com o agitador agite o sistema para que ele entre em equilíbrio térmico. Sabendo a massa, a temperatura inicial e final da água e do ferro e utilizando a equação fundamental e o princípio da calorimetria, podemos fazer as análises das trocas de calor e descobrir qual é o calor específico do material.

DENSIDADE
Por que os icebergs conseguem boiar na água do mar?
Também chamada de densidade absoluta ou massa específica (d) de um corpo definido como a relação entre a massa do material e o volume por ele ocupado.
Essa definição é expressa da seguinte forma:
onde: m = massa do corpo (kg ou g)
V = volume ocupado pelo corpo (cm3 ou mL e L ou dm3)
D = densidade (kg/L ou g/L ou g/cm3)

Para sólidos e líquidos, a densidade é normalmente expressa em g/cm3, para gases, costuma-se expressar a densidade em g/L.
Quando dizemos que o metal ouro apresenta densidade de 19,3 g/cm3 à 20oC, isso significa que o volume de 1cm3 de ouro possui massa de 19,3 g.
A densidade varia com a temperatura, pois os corpos geralmente dilatam-se (aumentam de volume) com o aumento da temperatura. Quando não se menciona a temperatura, fica subentendido que ela é de  20oC.

SAIBA MAIS
A ESTRELA DE NÊUTRON
Ver imagem em tamanho grandeO metal ósmio é o material mais denso da Terra (d = 22,6 g/cm3): 2 vezes mais denso que o chumbo (d = 11,4 g/cm3) e 22 vezes mais denso que a água (d = 1 g/cm3 à 4oC)
Um dos mais densos materiais do Universo é o que constitui uma estrela de nêutron. A cabeça de um alfinete feito de uma estrela de nêutron pesaria um milhão de toneladas.

POR QUE OS CUBOS DE GELO BÓIAM?
Os cubos de gelo que colocamos num copo com água ou com bebida ficam boiando porque a densidade do gelo é menor que a da água. Ou seja, um certo volume de gelo possui massa menor que igual volume de água. Esse fenômeno explica também os icebergs, imensos blocos de gelo que flutuam na água do mar.
Em regiões polares, a presença de grandes blocos de gelo – icebergs -  (água pura) é normal, flutuando na água do mar, que possui água e sais dissolvidos. Isto ocorre pois o gelo (d = 0,92 g/cm3) é menos denso que a água do mar (d = 1,03 g/cm3).

BOIAR NO MAR MORTO É MAIS FÁCIL
Por serem demasiadamente salgadas, as águas do mar Morto são mais densas que as de outros mares e oceanos. Sua densidade é de 1,119 g/cm3. Por isso, é praticamente impossível uma pessoa afogar-se nesse mar, pois seu corpo, quando mergulhado na água, recebe um grande empuxo (o corpo mergulhado na água é empurrado para cima com uma força igual ao peso do volume de água que desloca), que o mantém facilmente na superfície.
O mar Morto é assim tão salgado porque há 10.000 anos a capacidade de água que recebe dos rios e das chuvas é muito menor do que a que se evapora. Para se ter uma idéia da escassez de chuvas nessa região, basta comparar o índice de precipitação pluviométrica em São Paulo e na região do mar Morto. Enquanto em São Paulo, muitas vezes, em um dia chove cerca de 100 mm, naquela região a quantidade de chuva fica em torno de 45 mm por ano.

APLICAÇÃO DA DENSIDADE
® DETERMINAÇÃO DA QUALIDADE DO LEITE
Ver imagem em tamanho grandeO leite é constituído de vários materiais dissolvidos na água, apresentando um valor de densidade característico. A adição de outros materiais ou de água, altera sua densidade, permitindo verificar por meio do densímetro apropriado, se houve alguma alteração do produto (uréia dissolvida em água apresenta um valor de densidade muito próximo ao leite, por isso alguns fazendeiros inescrupulosos, para aumentar o seu lucro, adicionam uréia ao leite, quando não utilizam um produto mais barato: a própria urina da vaca).

® VERIFICAÇÃO DA CARGA DA BATERIA
As baterias dos automóveis possuem ácido sulfúrico em quantidade apropriada, logo com um valor definido de densidade. A medida do valor dessa densidade (feita com densímetro apropriado) indica se a bateria está descarregada ou não.

® VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE DO ÁLCOOL COMBUSTÍVEL
Com o densímetro, pode-se conferir a qualidade do álcool pela determinação de sua densidade.
O álcool combustível vendido nos postos de abastecimento contém uma certa quantidade de água (álcool hidratado). Essa mistura é padronizada e apresenta um valor definido de densidade. Ao lado das bombas de álcool existe um recipiente transparente contendo a mistura água/álcool e duas bolinhas de densidades diferentes (uma com densidade um pouco maior que a mistura – que fica no fundo do recipiente – e outra com uma densidade um pouco menor que a mistura – que fica na parte superior do recipiente). Quando a proporção água/álcool é alterada, modifica-se a densidade da mistura, fazendo com que as bolinhas fiquem no mesmo lado (as duas na parte superior ou na parte inferior).


PROPRIEDADES FUNCIONAIS


São propriedades comuns a determinados grupos de matérias, identificadas pela função que desempenham. Exemplos: ácidos, bases, sais, óxidos, álcoois, éter, etc.
  
Ácidos: vinagre = solução de ácido acético; limão = contém ácido cítrico e ácido ascórbico; bateria = contém solução de ácido sulfúrico.
Bases: leite de magnésia = suspensão aquosa de hidróxido de magnésio; soda cáustica = contém hidróxido de sódio; detergente = contém hidróxido de amônio.
Sal Cisne 1kg
Sais: sal de cozinha = constituído fundamentalmente de cloreto de sódio; adubo = mistura de sais de fósforo entre eles o fosfato de cálcio; bicarbonato de sódio = sal usado como antiácido estomacal.
 
Óxidos: extintor = existem vários tipos de extintores, sendo os mais comuns os de gelo seco (gás carbônico); cal = óxido de cálcio.

PROPRIEDADES DA MATÉRIA



PROPRIEDADES DA MATÉRIA
As panelas não são feitas de aço e plástico por acaso. O cabo é de plástico porque ele é um bom isolante de calor – evita que o cabo fique muito quente e queime sua mão. A panela é de aço, bom condutor, para deixar o calor chegar até o alimento. Bom isolamento ou boa condutividade são exemplos de uma específica propriedade da matéria. Algumas propriedades, como a condutividade, podem ser medidas. Outras, como o cheiro de um objeto, podem ser apenas descritas. Os cientistas medem as propriedades de muitos materiais diferentes. Eles fazem isso à temperatura e pressão do ambiente para que se possa fazer comparações precisas.
As propriedades da matéria podem ser divididas em 3 grupos: gerais, funcionais e específicas.

PROPRIEDADES GERAIS
São aquelas que podemos observar em qualquer espécie de matéria.
As principais são:
MASSA
Medida da quantidade de matéria que existe num corpo.
No início a massa era avaliada pela estimativa da carga que um ser humano ou um animal poderia levantar ou carregar (medida subjetiva). Posteriormente, passou a ser obtida por meio do uso de balanças (medida objetiva). Essa utilização já era comum por volta de 2000 a.C., e esse progresso foi, sem dúvida, provocado pela intensificação do comércio.
     Balança Rodoviária Eletrônica 
Na antiguidade, as unidades de massa variavam de uma região para outra, o que trazia muita confusão. Com o passar do tempo, levou-se uma uniformização, e hoje o padrão adotado, pelo Sistema Internacional (SI), em quase todos os países é o quilograma e seus múltiplos e submúltiplos (toneladas, gramas, miligramas, etc.).

EXTENSÃO (VOLUME)
Lugar no espaço ocupado pela matéria.
Ver imagem em tamanho grandeDesde a antiguidade, jarros e vasilhas foram utilizados como unidades de medida para comercializar líquidos como o vinho, o leite, etc. É o caso da ânfora dos romanos, equivalente a aproximadamente 25,44 litros. Curiosamente, até o século XIX era comum, no interior do Brasil, a compra e venda de arroz, feijão, milho, etc. em litros, já que as balanças eram raras e custavam caro. Atualmente, a unidade oficial, estabelecido pelo Sistema Internacional (SI), é o metro cúbico (m3). No entanto, a unidade mais usada é o litro (L) e também o centímetro cúbico (cm3). Além disso, também persistem unidades antigas, como por exemplo tintas são vendidas em galões.
IMPENETRABILIDADE
Ver imagem em tamanho grandeVocê já tentou colocar dois objetos no mesmo lugar? Ou um ficará ao lado do outro ou por cima ou na frente, mas nunca exatamente no mesmo lugar. Fazer com que ambos ocupem o mesmo espaço é totalmente impossível, pois duas porções de matéria não podem ocupar o mesmo lugar no espaço no mesmo tempo.
Às vezes parece que essa propriedade não é válida. Quando dissolvemos açúcar no café, por exemplo, temos a impressão que ambos passam a ocupar o mesmo lugar. Mas isso, não é verdade: enchendo uma xícara de café até a borda, observamos que, à medida que o açúcar é colocado, o nível do café sobe e ele transborda.

DIVISIBILIDADE
Ver imagem em tamanho grandeCom o auxílio de um martelo, podemos reduzir a pó um pedaço de giz, de grafite, de granito, de madeira, etc. Isso é possível porque a matéria pode ser dividida em pequenas partículas. Da mesma forma, com um gota de anilina podemos tingir a água contida num copo. Isso ocorre porque a anilina tem a propriedade de dividir-se em partículas muito pequenas, que se espalham pela água.
Toda matéria pode ser dividida sem alterar a sua constituição, até um limite máximo ao qual chamamos de átomo.

COMPRESSIBILIDADE
Se você empurrar o êmbolo de uma seringa de injeção com o orifício de saída tapado, vai perceber que o êmbolo empurra até certo ponto o ar contido na seringa. Isso aconteceu porque o ar ao ser comprimido tem o seu volume reduzido.
Portanto podemos definir compressibilidade como capacidade da matéria se submetida à ação de forças externas (pressão), o volume ocupado pode diminuir.
Dependendo do tipo de matéria, a compressão pode ser maior ou menor. O ar, por exemplo, é altamente compressível; já a água se comprime muito pouco.
Desta forma temos:
Os gases são facilmente comprimidos.
Os líquidos são comprimidos até um certo ponto.
Nos sólidos quase não se percebe a compressão.
Esquema mostrando como funciona o elevador de automóvel e a direita: a força do ar comprimido é utilizado em elevadores de automóvel.

ELASTICIDADE       
Continuando com o exemplo dado acima, depois de comprimir o ar dentro da seringa e mantendo o orifício de saída tapado, quando soltamos o êmbolo, o ar retoma o volume que tinha antes da compressão.
Ver imagem em tamanho grandeDesta forma podemos definir elasticidade como uma propriedade em que a matéria, dentro de um certo limite, se submetida à ação de uma força causando deformação, ela retornará à forma original, assim que essa força deixar de agir. Isto ocorre porque seus espaços interatômicos e intermoleculares diminuem ou aumentam.


INDESTRUTIBILIDADE 
Quando um pedaço de lenha é queimado, os materiais que fazem parte da composição da madeira se transformam em cinza e fumaça. Essa transformação mostra que não houve destruição da matéria, mas sim a transformação em outra matéria. Desta forma podemos concluir que a matéria não pode ser criada nem destruída, apenas transformada. E esse fato, que é um dos princípios básicos da Química, se deve à característica de indestrutibilidade da matéria.

SISTEMA



SISTEMA
Se uma lâmina de zinco for analisada as suas propriedades (dureza, condutividade, brilho, etc), dizemos que a lâmina de zinco é o sistema em estudo, e todo o universo ao seu redor é chamado de meio ambiente (ou ambiente externo ou ambiente). Entre o sistema em análise e o meio ambiente existem fronteiras de separação bem definidas. No exemplo citado, o meio ambiente é o ar que envolve o sistema (lâmina de zinco), e a fronteira de separação é a própria lâmina de zinco.
Portanto definindo sistema ficamos com:
Sistema é qualquer porção limitada de matéria a ser submetida a um estudo.

CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS
Sistema é classificado em função da capacidade de trocar matéria e energia com o meio ambiente.
Sistema aberto: tem a capacidade de trocar tanto matéria quanto energia com o meio ambiente.
Sistema fechado: tem a capacidade de trocar somente energia com o meio ambiente.
Sistema isolado: não troca matéria nem energia com o meio ambiente. A rigor, não existe nenhum sistema completamente isolado.
Ex.: um exemplo aproximado desse tipo de sistema é a garrafa térmica, normalmente usada para conservar a energia térmica dos líquidos. No entanto, mesmo as melhores garrafas térmicas existentes trocam energia com o meio ambiente por não serem perfeitamente isoladas.
 
Tipos de Sistemas
 
 
Sistema Aberto
Sistema Fechado
Sistema Isolado
 
 
 
 
O Sistema efetua trocas de energia e de matéria com o exterior.
O Sistema efetua trocas de energia com o exterior, mas não efetua trocas de matéria.
O Sistema não efetua trocas de energia nem de matéria com o exterior.
 





ENERGIA


ENERGIA

A ENERGIA é que faz as coisas acontecerem: um raio em dia de tempestade ou o simples ato de amarrar os cordões do sapato. Os animais usam energia para andar e correr; as plantas usam para crescer. Os ventos são energia; as ondas e marés, correndo através do oceano, também. E quando um carro anda, ele usa energia armazenada no combustível. Nada disso aconteceria se não houvesse forças trabalhando. Sempre que a energia é usada, há forças envolvidas. Força é sempre necessária para fazer as coisas se moverem, ou mudar como que elas se movem e, claro para imobilizá-las. Ela também é responsável por separar coisas ou colocá-las juntas. Sem forças nem energia, nada aconteceria no Universo. O Sol fornece a maior, parte da energia conhecida na Terra, na forma de luz. Chega mais energia do Sol à Terra em uma hora do que aquela que se poderia consumir em um ano. As plantas precisam de  energia do Sol para crescer; e muitos animais comem plantas e aproveitam essa energia armazenada.
Windsurfing

Praticar windsurf envolve o uso de forças e energia. Os praticantes usam sua própria energia para controlar a prancha e saltar sobre as ondas. A energia do vento cria a força que impulsiona a vela. Se houver forças demais um uma mesma direção, a prancha pode virar. Os windsurfistas precisam, portanto, exercer sua força contra o vento para, desse modo, equilibrar tudo e se  manter na onda.




CORPO E OBJETO


CORPO E OBJETO
Com um pedaço de madeira um marceneiro faz uma mesa. Com uma barra de ouro, um ouvires faz uma pulseira. O pedaço de madeira e a barra de ouro são exemplos de corpos. A mesa e a pulseira são exemplos de objetos. Desta forma, podemos definir:
CORPO
É qualquer porção limitada de matéria
OBJETO
É um corpo trabalhado e que tem alguma utilidade.
Relacionando os exemplos acima com matéria, podemos afirmar que:

Madeira ® tábua ® mesa
(matéria)    (corpo)   (objeto)

Ouro ® barra de ouro ® pulseira
(matéria)     (corpo)        (objeto)





O QUE É ANTIMATÉRIA?
Os passos para a antimatéria
Nos princípios do século XX, os físicos começaram a compreender que toda a matéria é constituída de certos tipos de partículas. Mas somente em 1930 o físico Paul Dirac estabeleceu que todo tipo de partícula tinha que ter seu correspondente oposto.
Em 1932, o norte-americano Anderson descobriu o positron (antielétron), a primeira antipartícula cientificamente detectada.
Em 1956, a equipe de Segre (um italiano naturalizado norte-americano) conseguiu produzir artificialmente antiprótons e antinêutrons, que constituem o núcleo do átomo.
Em 1971, para surpresa dos norte-americanos, a Agência Tass, da Ex-União Soviética, informou que cientistas russos haviam conseguido obter formalmente, pela primeira vez, a antimatéria, usando imensas quantidades de energia. A descoberta se deve a uma equipe orientada pelo físico Prochkin.
Em 1978, os italianos fizeram uma nova experiência: geraram antiprótons e mantiveram-nos “presos” durante 85 horas em um intenso campo magnético. Com isso, conseguiram aumentar o período de vida de uma antipartícula produzida em laboratório, até então era um décimo milionésimo de segundo ou cem mil microssegundos.
A antimatéria pode vir a ser uma fonte incalculável de energia para o futuro.
Há cálculos que indicam que a energia liberada por 35 miligramas de antimatéria é suficiente para colocar em órbita um ônibus espacial do tamanho da Challenger, que atualmente usa como combustível 2 mil toneladas de hidrogênio líquido.
(Folha de S. Paulo, dezembro de 1978)

Finalmente está pronta a antimatéria
Em setembro de 1996, uma equipe do Cern, Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, em Genebra, Suíça, montou o primeiro átomo de antimatéria. Era um “anti-hidrogênio”, que equivale ao hidrogênio comum, o mais simples dos elementos químicos. O núcleo do antiátomo não era um próton normal, de carga elétrica positiva, mas um antipróton, de carga negativa. À volta do núcleo havia um antielétron, positivo, em lugar de um elétron normal, negativo. Atenção: alguns disseram que a antimatéria tinha sido descoberta em 1996.  Besteira pura. Ela é conhecida desde os anos 30, de 32 exatamente, mas apenas na forma de partículas subatômicas. Só no ano passado se construiu um antiátomo inteiro.
(Revista Superinteressante, janeiro de 1997)



MATÉRIA E SUAS PROPRIEDADES


MATÉRIA

Tudo em que você puder pensar, destas páginas que você está lendo até a cadeira que você está sentado, a água que você bebe, tudo é feito de matéria. Mas a matéria não é apenas uma coisa que você pode tocar. Inclui o ar que se respira. Os planetas no Universo, seres vivos e inanimados, insetos e rochas. Tudo é feito de matéria.
Portanto definimos matéria como tudo aquilo que possui massa e que por sua vez ocupa lugar no espaço.
Toda matéria é constituída de pequenas partículas chamadas átomos, que por sua vez são formadas de partícula ainda menores, chamadas partículas subatômicas.
A Química envolve o estudo da matéria e do que ela é feita, e como os átomos se unem para formar materiais diferentes.

CRIAÇÃO DA MATÉRIA: COMO TUDO REALMENTE ACONTECEU
Muitos cientistas acreditam que toda matéria foi criada em uma explosão chamada Big Bang, que produziu muito calor e energia. Algumas dessas porções dessa energia transformaram-se em pequenas partículas. As partículas reuniram-se em átomos que formaram todo o Universo em que vivemos.

Big Bang
Muitas teorias são tão criativas que se assemelham às mais fantasiosas narrativas de ficção científica. A teoria do Big-Bang,um modelo para explicar a formação do Universo, é um bom exemplo dessa criatividade.
Em 1929, o astrônomo norte-americano Edwin Hubble propôs, a partir de algumas evidências experimentais, que o Universo estaria em expansão. Um balão de borracha sendo inflado seria um modelo modesto dessa expansão que estaria ocorrendo com todos os corpos celestes.
Por volta de 1950, o astrônomo ucraniano George Gamov sugeriu uma explicação fantástica. Segundo ele, o Universo, como conhecemos, seria o resultado de uma vasta explosão inicial, que foi chamada de Big-Bang. As galáxias e todos os demaiscorpos celestes seriam "fragmentos" dessa explosão. Em 1965, dois físicos norte-americanos, Arrio Penzias e Robert Wilson, detectaram misteriosas radiações eletromagnéticas que parecem reforçar a hipótese do Big-Bang. Mas não devemos estranhar se novos fatos, ou diferentes interpretações de dados já conhecidos, alterarem o modelo do Big-Bang. Afinal, podemos perceber que nunca saberemos realmente corno tudo começou.

EXISTE ALGO QUE NÃO SEJA MATÉRIA?
No espaço sideral, onde se movimentam os corpos celestes, o meio é o vácuo que significa ausência de matéria. O vácuo também pode ser obtido em laboratório, com instrumentos especiais.
 BJS CURTAM

AUSENCIA DE MATERIA NA MINHA PROXIMA POSTAGEM




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Abaixo-assinado PARQUE DOS BERADEIROS

Abaixo-assinado PARQUE DOS BERADEIROS

Para:Autoridades Públicas do Estado de Rondônia

PARQUE DOS BERADEIROS

Na recente convenção Rio+20, os prefeitos das principais cidades do mundo apresentaram propostas, pactuaram investimentos e um cronograma de ações que vão contribuir com a melhoria da qualidade de vida em suas cidades e com a sustentabilidade do planeta. O fizeram por entenderem que o Homem mora nas cidades, nos municípios, e é ali que tem o dever de interferir em favor da construção de um ambiente melhor, para viver hoje e no futuro.
Confiantes de que este é o caminho, e aproveitando o ano do centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que, junto com o Forte Príncipe da Beira, constituem os símbolos mais importantes da Nação Rondoniense, convidamos você para vir e trazer quantos puder, para salvar e preservar um outro grande símbolo da nossa identidade: a mata ciliar da margem esquerda do Rio Madeira que, de agora em diante, chamaremos de Parque dos Beradeiros.

Nova Iorque se orgulha do Central Park, Paris dos Campos Elísios, Rio de Janeiro do Jardim Botânico, da Mata da Tijuca e da Cinelândia, Belo Horizonte do Parque Municipal encravado no coração da cidade e Boa Vista do Parque Anuá com lago e praia. E nós? Que ambiente natural estamos deixando para lembrar nossa origem e para orgulhar nossos descendentes? Por estes exemplos e razões, queremos você, que ama por nascimento ou adoção esta terra, fazendo parte deste abaixo assinado em favor da criação e preservação do Parque dos Beradeiros na margem esquerda do Rio Madeira. Essa iniciativa é fundamental para garantir que aquela área de proteção permanente, de fato, permaneça lá, visto que com a construção da ponte na região da balsa, o acesso à margem esquerda do Rio Madeira ficará fácil. Por conta disso, já se anuncia e já se inicia uma grande especulação imobiliária. E a floresta, que teima em existir, está ameaçada de sucumbir. A ocupação daquela mata ciliar já existe. Mas esse processo tende a ser muito mais acelerado agora. O que se vislumbra é um prejuízo para esse patrimônio natural e para a cultura e a história de um povo. O pôr-do-sol mais lindo do mundo deixará de existir com a supressão da mata. A identidade cultural beradeira está ameaçada.Corremos o risco de não deixarmos esse legado aos nossos filhos.

O que se busca é mostrar a necessidade de garantir que o patrimônio paisagístico, que pertence a todos, não desapareça. Cabe às autoridades municipais, estaduais e federais tomarem as iniciativas legais para que isso aconteça. E a nós provocar, manifestar nossa vontade. O Parque dos Beradeiros será, portanto, uma reserva horizontal, do trecho que faz frente com o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré até, pelo menos, 2 km abaixo do local da ponte. O parque é um instrumento para valer como Área de Preservação Permanente (APP). Essa área seria dotada de infraestrutura para fiscalização e visitação por parte da população, com pistas de caminhada, academias ao ar livre, etc. O mais importante é que o Parque dos Beradeiros garantiria a não supressão da mata, o não desaparecimento desse patrimônio paisagístico, que tanto nos orgulha e que a todos encanta. Por todo o exposto, o convidamos para assinar o presente abaixo assinado.

Porto Velho, 5 de agosto de 2012.

Comitê Juntos pelo Direito à Paisagem
Parque dos Beradeiros

Os signatários

Este abaixo-assinado encontra-se alojado na internet no site Petição Publica Brasil que disponibiliza um serviço público gratuito para abaixo-assinados (petições públicas) online.
Caso tenha alguma questão para o autor do abaixo-assinado poderá enviar através desta página de contato

sexta-feira, 22 de março de 2013

MUITO CUIDADO COM O TRÁFICO DE PESSOAS OS MOTIVOS PODEM SER DIVERSOS

SERÁ QUE O TRÁFICO DE PESSOAS É SOMENTE PARA PRATICAS SEXUAIS?
UMA VEZ QUE, JA SE OUVIU TAMBÉM FALAR EM TRÁFICO DE ÓRGÃOS, E QUASE TODOS OS DIAS VEMOS NOS JORNAIS LOCAIS O DESAPARECIMENTO INEXPLICLÁVEL DE PESSOAS EM NOSSA CIDADE, DAS QUAIS OS FAMILIARES NÃO TEM NOTICIA NEMHUMA. OS FAMOSOS CASOS NÃO SOLUCIONADOS. 

CPI do Tráfico de Pessoas deve propor mudanças na legislação

São Paulo – O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas da Câmara dos Deputados, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA), disse hoje (21), em São Paulo, que a CPI pretende propor mudanças na legislação ao final dos trabalhos da comissão, previsto para maio. Segundo ele, a legislação que trata sobre tráfico humano precisa ser atualizada.
Pretende-se, com a mudança na legislação, que o tráfico de pessoas seja tipificado no Código Penal, o que não ocorre hoje. Segundo ele, o código praticamente só dá a tipificação de tráfico de pessoas para fins de exploração sexual de mulheres.
Na tarde de hoje (21), a CPI do Tráfico de Pessoas ouviu duas mulheres. Uma delas, a brasileira Renata Gomes Nunes, é suspeita de participação em esquema de tráfico de mulheres para fins de exploração sexual na Espanha. A outra, que foi ouvida a portas fechadas, é vítima de um esquema criminoso em que as mulheres eram recrutadas no Maranhão para trabalharem em uma boate em São Paulo.
“Lamentavelmente, ela [a depoente] não tinha consciência de que estava sendo explorada. Boa parte das meninas que são vítimas não tem consciência. Como as condições de vida de onde elas vêm é muito mais grave, elas acham até que o agenciador está fazendo um bom serviço, uma melhoria [na vida delas]”, disse Jordy.
Segundo o deputado, os depoimentos que foram tomados hoje em São Paulo ajudaram os membros da CPI a “praticamente concluir o caso de Salamanca”, que se refere à Operação Planeta, feita pela polícia do Brasil em cooperação com a da Espanha e que desbaratou, em janeiro deste ano, uma organização internacional que recrutava mulheres em Salvador e as mantinha em cárcere privado na Boate Vênus, em Salamanca, na Espanha.
“Ouvimos também o caso dessa boate [localizada na zona leste de São Paulo], que foi estourada pela Polícia Civil há dez dias. Para nós está caracterizado que há tráfico humano porque essas meninas, todas do Maranhão, reproduzem uma cadeia que alimenta essa casa noturna e o depoimento delas é elucidador: elas chegam na casa devendo. Elas vem do Maranhão, se hospedam em um ambiente coletivo e fazem programas nessa boate. Muitas delas vêm [para São Paulo] sabendo que vão fazer programa, mas apesar disso, isso não autoriza ninguém a explorar economicamente essa condição. De cada programa que fazem, elas têm que deixar mais de 50% na casa a pretexto de pagar o quarto e uma contribuição e isso é crime”, disse.
Segundo Jordy, a CPI ainda deverá voltar a São Paulo para ouvir novos depoimentos, entre eles, o de Florisvaldo Pereira de Jesus, preso há cerca de dez dias por ter recrutado pessoas no interior do Maranhão para se prostituirem em São Paulo. “Vamos ouvi-lo numa próxima oportunidade para fechar o caso”, disse.
Os trabalhos da CPI deverão ser encerrados em maio, mas podem ser prorrogados até o final do ano.

LEÃO ATACA, MATA E COME TURISTA - COM A NATUREZA NÃO SE BRINCA


AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE CIÊNCIAS – 8º ANO


AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE CIÊNCIAS – 8º ANO
ALUNO(A):________________________________________________ TURMA:___________
ESCOLA:__________________________________________________ DATA:_____________

1- A curiosidade natural do ser humano o leva a explorar o ambiente que o cerca, observando,
analisando, realizando experiências, procurando saber o porquê das coisas. Nesta atividade,
exploradora e investigativa, ele observa os fenômenos químicos (onde há mudança na composição de
uma substância ) e fenômenos físicos (onde a composição da substância e da matéria são conservadas)
para conhecer melhor a natureza.
Procure reconhecer, nas situações cotidianas citadas a seguir, quais envolvem fenômenos físicos (F) e
quais envolvem fenômenos químicos (Q):
a) (   ) Queima da gasolina nos motores dos carros
b) (   ) Digestão dos alimentos ingeridos
c) (   ) Formação de ferrugem
d) (   ) Quebra de um objeto
e) (   ) Enfiar um prego na madeira
f) (   ) Derretimento de um iceberg

2- (PUC-RIO/2004) O fermento biológico usado na fabricação de pães provoca o aumento do volume da
massa como conseqüência da produção de:
a) CO2, a partir da água acrescentada à massa do pão.
b) CO2, a partir da fermentação do açúcar acrescentado à massa do pão.
c) O2, a partir da fermentação do amido existente na farinha do pão.
d) N2, a partir da fermentação do açúcar acrescentado à massa do pão.
e) O2, a partir da respiração do açúcar acrescentado à massa do pão.

3- A água é a substância mais comum na superfície da Terra. Sua molécula apresenta átomos de
hidrogênio e oxigênio que estão entre os principais constituintes da matéria orgânica. No esquema,
abaixo, observa-se a natureza cíclica da água.
O processo típico dos seres vivos que devolve água sob a forma
de vapor para o ambiente denomina-se
a) condensação.
b) ebulição.
c) sublimação.
d) transpiração.

 4- A cor de um corpo depende basicamente da luz que ele reflete difusamente. Quando a luz branca
incide em uma superfície branca, ela refletirá todas as cores. Um observador verá o corpo como branco.
Conforme mostra a figura ao lado.
 Com base, nas informações citadas acima responda de acordo com a figura abaixo.
 a) Qual será a cor refletida?
________________________________________________________
b) Quais são as diferenças entre o exemplo do enunciado e figura ao
lado?______________________________________________________
c) E se a superfície fosse vermelha, qual seria a cor refletida?___________________________________

5- (FGV-SP) A folha impressa de um livro apresenta impressão de letras pretas sobre o fundo branco do
papel; isso facilita a leitura e a percepção da escrita. O que ocorre com a luz? Ela
a) é absorvida pela escrita e refratada pelo papel branco;
b) é refletida pela escrita e absorvida pelo papel branco;
c) é absorvida pela escrita e refletida pelo papel branco;
d) é refletida igualmente pelas duas partes;
e) é refratada em graus diferentes pelas duas partes.

6-(UFRN-2000) Marque a opção em que o método contraceptivo está corretamente associado a seu
mecanismo de ação.
a) A laqueadura tubária (ligadura de trompas) interrompe a ovulação.
b) A vasectomia impede que os espermatozóides sejam expelidos na ejaculação.
c) O uso de pílulas evita a penetração do espermatozóide no ovócito.
d) O método da tabelinha inibe a secreção ovariana.

 Referências

http://www.reinaldoribela.pro.br/exercicios_resolucoes/exercicios_fungos.pdf

http://www.ciencia-cultura.com/Pagina_Fis/vestibular00/vestibular-

FenomenosOpticos003.html#REFLEXAO

http://www.nhccosmeticos.com.br/paulobhz/Sistema_Reprodutor_Humano.pdf

https://www.educacao.mg.gov.br/servicos/supletivo

http://www.rio.rj.gov.br/web/sme/listaconteudo?search-type=provasdarede  

http://crv.educacao.mg.gov.br/


terça-feira, 12 de março de 2013

PROJETINHO





CENTRO EDUCACIONAL BATISTA INDEPENDENTE – CIEB
LLLLLLLLLLLLLLLLLL
TITULO


Componentes da equipe:
1. ___________________________________________________________
2. ___________________________________________________________
3. ___________________________________________________________
4. ___________________________________________________________
5. ___________________________________________________________
6. ___________________________________________________________

Professor:



Subproduto apresentado à Disciplina de Ciências da Natureza – CIEB como parte dos requisitos para obtenção de nota para o 1º bimestre.
 







Manaus-AM
2013


Tema: Energia X Efeito Estufa

A equipe deverá apresentar um artigo revisando e discutindo sobre como as Ações e Reações do uso de energia tem interferido direta ou indiretamente no efeito estufa. Todo este projeto deverá ser apresentado com as seguintes formatações:
O subproduto deve ser preparado usando editor de texto (e salvo em formato doc ou PDF), utilizando fonte “Times New Roman”, tamanho 12 pt, espaçamento duplo, com margens de 1,5 cm. As páginas devem ser numeradas e deve conter os seguintes itens:
Título. Deve ser justificado à esquerda; com a primeira letra maiúscula.
Resumo. Com até 150 palavras ou até 100 palavras no caso de notas e comunicações, deve conter de forma sucinta o que será apresentado a seguir no texto. Os nomes científicos das espécies e demais termos em latim devem ser escritos em itálico.
Introdução. Esta seção deve enfatizar o propósito do Projeto e fornecer de forma sucinta o estado do conhecimento sobre o tema em estudo, no caso Energia e Efeito Estufa.
Perguntas orientadoras que devem ser respondidas neste tópico:

  •   O que é efeito estufa?
  •  O efeito estufa é nocivo?
  •  A poluição é que causa o efeito estufa?
  • Qual é a relação entre ele e o chamado aquecimento global?
  • O efeito estufa tem alguma relação com o buraco na camada de ozônio?
  • Quais são as causas reais do aquecimento global?  Obs.: Dados que vocês poderão conseguir nos sites em internet, Scielo, no modo PDF.
Material e Métodos. Explicar os procedimentos realizados, de tal modo que outros pesquisadores possam repetir o estudo. O procedimento estatístico utilizado deve ser descrito nesta seção, quando houver.
Perguntas orientadoras que deve ser respondidas neste tópico:
Como foi feito o levantamento de dados?
Vocês visitaram algum órgão para fazer a pesquisa?
Entrevistaram algumas pessoas destes órgãos?
Discussão. Esta seção deve ter como alvo os levantamentos obtidos. Evitar mera especulação. Entretanto, hipóteses bem fundamentadas podem ser incorporadas. Apenas referências relevantes devem ser incluídas. Deve se opinar sobre a questão da energia utilizada pelo homem e sua influencia em relação ao efeito, falar sobre trabalhos que têm sido desenvolvidos a respeito do assunto e como estes trabalhos têm contribuído para a questão do aquecimento global.
Conclusões: Esta seção deve conter uma interpretação sucinta do levantamento. As conclusões podem ser apresentadas como um tópico separado ou incluídas como parte da seção Discussão.
Bibliografia citada. Os nomes dos autores devem ser citados em ordem alfabética.  As referências devem se restringir a citações que aparecem no texto.
a) Dissertações e teses:
Ribeiro, M.C.L.B. 1983. As migrações dos jaraquis (Pisces: Prochilodontidae) no rio Negro, Amazonas, Brasil. Dissertação de Mestrado, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia/Fundação Universidade do Amazonas, Manaus, Amazonas. 192 pp.

b)    Livros:
Goulding, M. 1980. The fishes and the forest. Explorations in Amazonian natural history. University of California Press, Berkeley, CA, USA. 280 pp.
d)    Capítulos de livros:
Absy, M.L. 1993. Mudanças da vegetação e clima da Amazônia durante o Quaternário, p. 3-10. In: Ferreira, E.J.G.; Santos, G.M.; Leão, E.L.M.; Oliveira, L.A. (Eds.). Bases científicas para estratégias de preservação e desenvolvimento da Amazônia. v.2. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Manaus, Amazonas.
e)    Citação de fonte eletrônica:
CPTEC, 1999. Climanalise, 14: 1-2 (www.cptec.inpe.br/products/climanalise). Acesso em 19/05/1999.

FIGURAS

Fotografias, desenhos e gráficos devem ser de alta resolução, em preto e branco com alto contraste, numerados sequencialmente em algarismos arábicos.  A legenda da figura deve estar em posição inferior a esta. NÃO usar tonalidades de cinza em gráfico dispersão (linhas ou símbolos) ou gráficos de barra. Em gráfico de dispersão usar símbolos abertos ou sólidos (círculos, quadrados, triângulos, ou losangos) e linhas em preto (contínuas, pontilhadas ou tracejadas). Para gráfico de barra, usar barras pretas, bordas pretas, barras listradas ou pontilhadas. Na borda da área de plotagem utilizar uma linha contínua e fina, porém NÃO usar uma linha de borda na área do gráfico. Evitar legendas desnecessárias na área de plotagem. Nas figuras, NÃO usar letras muito pequenas (< tamanho 10 pt), nos título dos eixos ou na área de plotagem. Nos eixos (verticais, horizontais) usar marcas de escala internas. NÃO usar linhas de grade horizontais ou verticais, exceto em mapas ou ilustrações similares. O significado das siglas utilizadas deve ser descrito na legenda da figura.
As figuras devem estar dimensionadas de forma compatível com as dimensões da Revista, ou seja, largura de uma coluna (8 cm) ou de uma página 17 cm e permitir espaço para a legenda. As ilustrações podem ser redimensionadas durante a processo de produção para otimizar o espaço da Revista. Na figura, quando for o caso, a escala deve ser indicada por uma linha ou barra (horizontal) e, se necessário, referenciadas na legenda da figura, por exemplo, barra = 1 mm.

No texto, a citação das figuras deve ser com letra inicial maiúscula, na forma direta ou indireta (entre parêntesis). Por exe.: Figura 1 ou (Figura 1). Na legenda, a figura deve ser numerada seguida de ponto antes do título. Por exe.: “Figura 1.  Análise...”  
Para figuras não originais ou publicadas anteriormente, os autores devem informar explicitamente no manuscrito que a permissão para reprodução foi concedida e carregar no sistema da Revista, como documento suplementar, o comprovante  outorgado pelo detentor dos direitos autorais.
Fotografias e ilustrações (Bitmap) devem estar no formato Tiff ou Jpeg, em alta resolução (mínimo de 300 dpi). Em gráficos de dispersão ou de barras utilizar o formato Xls, Eps, Cdr, Ai ou Wmf. Cada uma das figuras inseridas no texto deve também ser carregada no sistema da Acta Amazonica em arquivo separado, como um “documento suplementar”.


TABELAS

As tabelas devem ser organizadas e numeradas sequencialmente em algarismos arábicos. O número máximo de tabelas é de cinco para os artigos e de duas  para as comunicações e notas científicas. A numeração e o título (autoexplicativo) devem estar em posição superior à tabela. A tabela pode ter notas de rodapé. O significado das siglas utilizadas na tabela (cabeçalhos, etc) deve ser descrito no título.
As tabelas devem ser elaboradas em editor de texto (Rtf, Doc ou Docx) e não devem ser inseridas no texto como figura (p. exe. no formato Jpeg).
A citação no texto pode ser na forma direta ou indireta (entre parêntesis), por extenso, com a letra inicial maiúscula. Por exe. Tabela 1 ou (Tabela 1).  Na legenda, a tabela deve ser numerada seguida de ponto antes do título. Por exe. “Tabela 1. Análise...”.

quinta-feira, 7 de março de 2013

ATIVIDADSE DE CIENCIAS 8º ANO


LLLLLLLLLLLLLLLLLLCENTRO EDUCACIONAL BATISTA INDEPENDENTE – CIEB
AVALIAÇÃO DE CIÊNCIAS – TURMA:   8º ANO            -   BIMESTRE:
Professora: Maria do Socorro  Soares

AVALIAÇÃO DE CIÊNCIAS

1. Explique o que é metabolismo. Dê exemplos pensando no organismo humano.

2. Desenhe:
a) Célula animal:                                   b)Célula vegetal:


3. Explique as afirmações:
a) A fórmula de uma célula está ligada a sua função.

b) As células sempre se organizam e se originam através de célula pré-existente

4. Diferencie seres unicelulares de pluricelulares

5. Cite quatro semelhanças entre os seres vivos

6. Diferencie reprodução sexuada de assexuada

7. Quem foi o primeiro cientista a observa as células

8. Quem escreveu a teoria celular.  O que essa teoria afirma?

9. Cite as funções das seguintes estruturas celulares: membrana plasmática, ribossomos, mitocôndrias, cloroplastos.

10. Diferencie célula animal de célula vegetal

11. Diferencie célula eucarionte de célula procarionte

12. O que permitiu o surgimento dos primeiros seres vivos no planeta?

13. A maioria dos cientistas acredita que os primeiros seres vivos eram heterótrofos. Por quê?

14. Francisco Redi defendia que teoria sobre o surgimento dos seres vivos?


15. Diferencie a hipótese da biogênese da abiogênese.